Estará onde
a procurada porta
de abandono à carne?
o orifício viscoso
por onde
santa, a morte
nos defeca em céu cristão?
Onde estará a passagem da vida?
Sem faca, sem carro, sem nó.
Apenas o botão divino
que desliga os olhos
e aciona o mistério da crença
o mecanismo, onde estará
o que houvera, mas perdido
o que faltava, recebido
onde é que me deixo carne
e me sublimo eternidade?
Onde senão aqui...
Nenhum comentário:
Postar um comentário