Sobre o que
está diante dos olhos:
Vejo tanto
quanto quero,
Sinto tanto
quanto posso.
Mas vivo
tudo que me toca
Terra, ar,
água e fumaça de cigarro.
É uma pausa
estar diante do mundo
É a pausa
que eu preciso.
Um toque ao
ombro e perder-me
Na
mesquinhez humana é estar vivo.
Somente
vivo.
Regressar ao
útero de minha mãe
E definhar
até virar o líquido viscoso
Que papai
segregara no seu interior
Seria o
caminha da paz
Pois eu já
existo e isso é imutável.
Nenhum comentário:
Postar um comentário