Ninguém as vê, mas hão de inundar-te
Os ombros e os pés, as minhas lágrimas.
Tamanhas em dor, ácidas ao sol...
Pois há de ter no fim o meu sorriso,
No fim de cada dor que tu sentires
No fim de cada mágoa, a te esperar...
Porque teus olhos foram as minhas noites
E neles me embalei no transe eterno.
Minha vida. Meu grito. Minha... Meu...
Gustavo de Castro

2 comentários:
Havia algum tempo já que eu não passava por aqui prestigiar esse que é sem sombra de dúvidas o melhor poeta que já conheci na vida.
Cada palavra do Gu toca profundamente, emociona.
Muito bom Gu, amigo.
Não pare. Suas poesias alimentam minha alma.
Obrigado por tudo!
Vindo de você, é ainda mais gratificante o elogio! Saudades dos anjos! Beijos!
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