Tu és um segredo. Um segredo que guarda milhões de segredos.
Todavia, sedes, antes de tudo, um humano.
E eu, sou um sopro de vento irreal.
Subestimei-te. Errei. Erro e vou errar.
E custa-me a acreditar, que no fundo, tu estás entregue.
Que mesmo não mostrando com palavras, teus gestos te entregam.
Teus olhos, antes escuros, agora mostram todo o teu amor confuso.
E desde então, seremos, até que o fim nos faça deixar de ser.
Gustavo de Castro

Nenhum comentário:
Postar um comentário