Afogado na tu ausência: inquietação
Enxurradas de silêncios teus a me lançar
Desequilibrado pelos rios da solidão
Que humana ri a cada lágrima a derramar.
Diga-me então, por que se faz calado?
Se sou na vida quem por você entrega o coração?
Se sou aquele que sempre aqui tem estado,
A suportar insultos e desilusão?
Serei aquele que pela vida permanecerá
Intacto com você no coração
Serei aquele que jamais esquecerá
Teu olhar, teus gestos de sublime perfeição...
E ao todo exagero dos meus versos, em meu estilo eu escrevo:
Esperar-te-ei por toda vida, sem de nada ter medo.

Um comentário:
"Desequilibrado pelos rios da solidao
Que humana ri cada lágrima a derramar."
Chega doer, sobe uma coisa...
=S
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