Trago no peito a alma atormentada
Dos heróis de batalhas vencidas
Dos quais muitos não viram a alvorada
Antes que a morte lhes tirasse a vida.
Carrego o grito de amor calado
Dos que como eu, sofrem em silêncio...
Estas lágrimas que tens chorado
Eu já as derramo há muito tempo.
Trago o choro de sonho findado
Que um dia me fiz lutar...
Trago teu nome eu meu peito cravado:
É ferida eterna a sangrar.
Serei perene desaventurado
Que insiste em te esperar.
Gustavo Castro.

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