Soneto de traição.
A tamanha dor que debruça sob meus olhos
Regando lágrimas rubras e ácidas
Pela traição que fez em destroços
A confiança antes intacta.
E o choro que brota violento
Que da alma emana soluçante
Traz à vida seu tormento,
Torna-a agonizante.
Uma lição ei de tirar
Que cego pelo amor, não se fez vista
Não se pode confiar, eis a verdade,
Na bela interpretação do artista
E essa tal de lealdade
Desconheço onde ela fica...
Gustavo Castro

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