27/07/2010

Um poema qualquer.




Já não amo mais a solidão
Que na triste vida caminha comigo
E que a amigos emprestou a confusão
Para que eu seja esquecido.

Amo o ficar só, apenas o meu corpo
Quando minha alma voa alto
Em uma ou quatro rimas absorto
Nas linhas do meu poema calvo

E caminho por esse verso
Só em alma existindo
Vendo o corpo que tanto preso
Pela dor ser consumido.

Desisto de viver
E para isso banirei a morte
Pois se ela eu conhecer
Conhecerei também a sorte.


Gustavo Boss


Um comentário:

Unknown disse...

Que lindo.

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