
O que se há de fazer
Com a verdade de que
Os raios que emanam de meu ser
O pulsar que meu peito faz tremer
Verdade, o que se há de fazer?
Com as lágrimas que rolam ácidas?
Com às vidas que deixei de viver?
É por você, que estou a fenecer!
Agora em meu peito reina forte
O império do Deus
O sol que aquece a fria morte
Agora sou a morada de Zeus.
Se te amo, é para sempre
Em cada grão de areia do olimpo
Em cada pensamento que invade a mente
Em cada sentimento extinto.
Se te amo é para sempre
Na eternidade mitológica de um deus
E se um dia, deixar-me e tocares em frente
Saiba que: minh'alma e meu corpo sempre serão teus!
Gustavo Boss
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