Por onde andaram meus versos e rimas
Ausentes nesta noite solitária,
De ânsia agônica, tísica e malárica
Na ausência da indecente cafeína?
Morreram mentes; sóbrios viciados...!
Quais das mães - cegas - oram estes nomes?
Tantos olhos, feito aves, agitados
Tantas mãos a tremer por estes homens!
Sou monstro dos profundos labirintos
O Telêmaco hediondo! Cá, Penélope,
Enquanto queima os dedos em tua vela
Na algazarra biológica das granjas
Eu fujo aos teus olhos de ciclope
Ao passo que assopro a minha canja!
Gustavo de Castro
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