A capite ad
calcem
Pele,
célula, átomo...
Reside no
vão
Das coisas
mínimas
O máximo
secreto
Da carne
Carpe
Omnium!
Emissário
mediterrâneo
Dos
silêncios
Das
ausências
E agora,
nada no vão
Passado.
Ad astra per
ardua
Onde não
haja verso
Onde não
haja vento
Onde não
haja voz
E o silêncio
seja verbo.
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