Liberta-vos
e cante junto ao vento
Que esbarra
nesta alcova envidraçada,
Mil olhos
para ver-te derrocada
Alma humana, repleta de tormentos!
Tão puídas vossas
mãos, a dizer cousas
Singradas
pela cal de teu cajado
Há no chão,
o graveto debruçado
E na
Mãe-Terra a face da tua lousa!
Para além
das janelas há um bosque
Que vos
aguarda, homens instruídos
Aliviem-se à
sombra alva do quiosque...
Almas
vossas, cansadas, tão anêmicas
Repousem os
teus sonhos esquecidos
Pastores das memórias acadêmicas
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