Cantáreis vós, da escória anarquista,
Dos brados já cantados, o mais pétreo!
Não chamem o verso vosso tão venéreo,
De poema legatário modernista!
Salvai-nos vós, amantes do bom verso,
Dos libertários poemas dos modernos!
Trazei-nos já, de volta aos teus cadernos
O soneto que agora está disperso.
Não se restringe ao metro, a salvação
Destes que cantam a canção
Da poesia nova brasileira...
Vós que sois desta elite iconoclasta e
Gozam-vos por comporem esta casta,
São dos anos, a corja derradeira!
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