Soltar o punho
sobre a nuvem
Branca que
flui espargida
No acaso do
meu céu.
São gritos
vertendo em signos
A luz que
entra da janela
Não são fótons
descambando
A penumbra
desta alcova.
É o
despertar do mundo
Em um verso de
fulgor
Eu existo
para o encontro
Da vida com
o papel
Branco ou
escrito -ambos
São vozes de
vento em queda.
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