25/11/2012

Brasil:


Torna-te o que tu tens em vosso peito.

Sejas fleuma ou batalha, mas sejas tu!

Avoai já, do coqueiro colonial

Que se quer existiu na tua colônia.

Brasil, não que tu tenhas a minha voz. 

Esta voz com que canto está calada.

A voz que tens é o coro do teu gueto

Que de gueto, não tem nada no sangue!


Gustavo de Castro

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