Torna-te
o que tu tens em vosso peito.
Sejas fleuma ou batalha, mas sejas tu!
Avoai já, do coqueiro colonial
Que se quer existiu na tua colônia.
Brasil, não que tu tenhas a minha voz.
Esta voz com que canto está calada.
A voz que tens é o coro do teu gueto
Que de gueto, não tem nada no sangue!
Gustavo de Castro
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