Que humano ri: epopéia de loucura...
E nos tons graves e agudos do infinito
Escreve na alma a melodia descompassada do tempo.
E a solidão a tecer sua teia,
Dissoluta no espaço: - armadilha!
Captura no imo, miríades de sentimentos:
Transmutação dos versos atentos.
Dentre silêncio negro
Igualmente, estalos e motejos
Preso à imensidão das rimas
Reluto, todavia deleito o esperar
-Prazer talvez oculto, ao aguardar o fim
Na densa teia que é o ato de amar.
Gustavo Castro.

Um comentário:
Dahora em guustavo gostei mt bom
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