E então trajou-se de tempo
E está a
andar no mundo
O assassino
do presente.
Pude vê-lo
numa criança
A empurrar o
carrinho
Sentada no
chão da rua
Sem saber
que na verdade
Empurrava
para longe
De si o seu próprio instante.
Tão pouco
tempo para ser
Um só passo
do compasso
Passageiro
que é o presente.
Tic-tac, já
é passado...
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