01/01/2011

Soneto a quem sabe o que é amar.




Puderas decifrar-me tu no verso,
Na rima que resguarda mil segredos?,
E calaria em seus lábios os meus medos
Por saber que em ti gira o universo?

Afirmo-te amor meu que nestas linhas,
Deixo implexas lágrimas etéreas!
Cravo nelas a dor que eu não tinha,
Antes de ti correr em minhas artérias.

Olhe, há mais do que versos no soneto:
Rios de lágrimas, túmulos de rima
Há em torno de seu nome meus medos!

Por suposto que os não vê jorrar
Não sabes nada tu, do que é o amor
Pois só os vê que já morreu de amar.



Gustavo Castro

*Não me agrada ser meu este soneto, não gostei dele!

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