Estes olhos, que dantes viam cores
Vislumbradas na infância da visão
Deste mundo que roga por amores
Hoje vêem o cinza da ilusão.
Num mundo de Senhores e moedas
Dilaceram-se as cores, morrem vidas.
Este mundo de dores que vos cerca
Matará os teus sonhos e alegrias.
Se lutares, então, porém devota!
Em duvidosa glória irá reinar
E beberás do canto que abarrota
Os Guerreiros que lutam sem cessar.
E zombe deste mundo sem espanto,
Ele quis - tão cruel - calar seu canto!
Gustavo Castro.

7 comentários:
Aew Gustavo! Maneiro o poema :D abraços !
Obrigadoo!
É tão bom ter voce de volta nos presenteando com mais um soneto fdp que me emociona!
Ah, obrigado amore! Te amo!
Está mais q certo!
Tem mesmo que usar seu vasto vocabulario e se entregar aos delírios semânticos
Quem nao entender é só jogar no google! kk
Muito obrigado poeta!
Nossa adoreeei esse poema :O muito foda!
Realmente adoreeei a poste :)
Meu blog é novo e estou aqui pra divulgar ( sei que é chato)
mais se poder passar no meu, e comentar. Se gostar de la tbm e podesse seguir iria agradecer.
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